IMPRENSA

YOUTUBE TV - VIDEOS

quinta-feira, 06 julho 2017 / Published in Imprensa

O Rio de Janeiro registrou 11 tiroteios nesta segunda-feira, segundo o site Onde Tem Tiroteio (OTT), site que monitora e confirma relatos de confrontos no estado.

O portal também publicou, na manhã desta terça-feira, um balanço do mês de julho. Em apenas três dias, de acordo com as estatísticas do OTT, foram 41 tiroteios em todo o estado. Ao todo, foram 2.890 confrontos neste ano.

Lançado em 2016, o OTT possui quase 200 mil seguidores no Facebook.

https://extra.globo.com/casos-de-policia/rio-teve-11-tiroteios-nesta-segunda-foram-41-confrontos-nos-tres-primeiros-dias-de-julho-21550447.html

quinta-feira, 06 julho 2017 / Published in Imprensa

TECHNOLOGY NEWS | Tue Jul 4, 2017 | 4:41pm EDT

Gun violence is on the rise in Rio de Janeiro, with the sound of firefights echoing daily across Brazil’s seaside city as drug gangs battle each other and police officers patrolling slums.

Now a pair of applications track in real-time how many gun battles there are and where they occur, based on eyewitnesses, media and police accounts.

The “Fogo Cruzado,” or Cross Fire, application created by Amnesty International and local researcher aims to let Rio’s citizens know where gunfire is taking place, in the hopes of keeping them out of danger.

A second application is called Onde Tem Tiroteio – “Where are the Firefights” – with similar objectives.

“Our job here is not to denounce anyone, we do not have a direct focus on the police or on the drug gangs,” Henrique Coelho Caamaño, a volunteer who helps maintain the Onde Tem Tiroteio app, said this week. “Our focus is really to get people out of the way of stray bullets.”

While Rio is long used to random gunfire in or close to its nearly 1,000 favelas, the city has been stunned by a rash of stray bullets hitting innocent bystanders – including a baby boy struck last week while still in his mother’s womb.

Murders jumped 11 percent to 2,329 in Rio de Janeiro state in the first five months of this year compared to the same period last year, according to the most recent data available from the state’s security secretariat.

The number of people killed by police in shootouts during the first five months of this year jumped nearly 50 percent compared to the same months the previous year, totaling 480 deaths.

But Rio state authorities do not keep track of the number of people hit by stray bullets, saying that since no such category of crime exists in Brazil’s legal system, authorities would not be able to come up with an accurate way of measuring it.

But the number stray bullet reports in Rio’s local press has been rising along with the overall increase in violence.

Last Friday, Claudineia dos Santos, who was nine months pregnant, was struck by a stray bullet that also hit the spine of her unborn boy, Arthur. Police and drug gangs had been in a firefight in the northern Rio slum where the woman lives.

After an emergency cesarean, doctors said the boy was on life support and left a paraplegic. The mother is in stable condition.

On the same day, a 76-year-old woman and her 42-year-old daughter were killed by stray bullets in northern Rio’s Mangueira slum, as police and drug gang members exchanged fire.

(This version of the story corrects to show two apps available, and Caamaño works with a second application Onde Tem Tiroteio)

(Reporting by Sérgio Queiroz in Rio de Janeiro; Editing by Brad Brooks and Mary Milliken)

http://www.reuters.com/article/us-brazil-security-app-idUSKBN19P2C3

quinta-feira, 06 julho 2017 / Published in Imprensa

por O Globo

Resultado de tiroteio entre a Polícia Militar e traficantes na Mangueira, Zona Norte do Rio – Arquivo / 30/06/2017 / Domingos Peixoto / Agência O Globo
PUBLICIDADE

ÚLTIMAS DE RIO

O Palácio Guanabara, sede do governo do Estado do Rio Foto: Gabriel de Paiva / Agência O Globo Servidores do Rio vão receber parcela de até R$500 do salário de abril 06/07/2017 13:51
Claudineia deixou o Hospital Moacir do Carmo numa cadeira de rodas Foto: Reprodução/TV Globo Mãe de bebê baleado no útero recebe alta médica e deixa hospital em Caxias 06/07/2017 12:56
O corpo de Erica Regina Feitoza é sepultado no Cemitério Jardim da Saudade, em Paciência Foto: Fabiano Rocha / Agência O Globo Enfermeira assassinada após sofrer dois assaltos em quatro dias é sepultada 06/07/2017 12:28
Homens renderam funcionários e roubaram R$ 800 do caixa Foto: Reprodução Vídeo mostra bandidos com fuzil assaltando farmácia em Copacabana 06/07/2017 12:24
RIO – O Rio de Janeiro registrou 41 tiroteios nos três primeiros dias de julho, segundo o site Onde Tem Tiroteio (OTT), que monitora e confirma relatos de confrontos no estado.

O portal também publicou, na manhã desta terça-feira, um balanço desta segunda-feira. Ontem, de acordo com as estatísticas do OTT, foram 11 tiroteios em todo o estado. Ao todo, foram 2.890 confrontos neste ano.

Lançado em 2016, o OTT possui quase 200 mil seguidores no Facebook.

terça-feira, 04 julho 2017 / Published in Imprensa
terça-feira, 04 julho 2017 / Published in Imprensa

POR CLARISSA STYCER
Foto: Fabiano Rocha | Agência O Globo

Desde o início do ano, a cidade do Rio de Janeiro já foi palco de mil tiroteios.

A marca foi registrada pelo sistema colaborativo Onde Tem Tiroteio (OTT-RJ), que avisa nas redes sociais sobre trocas de tiros e arrastões na cidade.

O grupo cruza dados dos usuários parceiros e consulta as polícias Militar, Civil e Federal.

O tiroteio, aliás, não é registrado como ocorrência pela segurança carioca: são contabilizados roubos, tentativa de homicídios e outros delitos em que há trocas de tiros.

http://blogs.oglobo.globo.com/lauro-jardim/post/rio-registra-mil-tiroteios-desde-o-inicio-do-ano.html

sexta-feira, 30 junho 2017 / Published in Imprensa

Para evitar falsos alarmes, o grupo tem normas rígidas de funcionamento e uma rede de ‘informantes’ de extrema confiança, divididos por áreas em toda a cidade

O Estado de S.Paulo  – 29 Junho 2017 | 14h55

RIO – Para ajudar  a população a reduzir os riscos, um grupo de cidadãos, de forma voluntária, criou nas redes sociais o aplicativo Onde Tem Tiroteio, conhecido como OTT, que alerta em tempo real os lugares onde estão ocorrendo confrontos, assaltos e arrastões.

Rio de Janeiro ganha aplicativo para alertar, em tempo real, os lugares onde estão ocorrendo tiroteios, assaltos e arrastões
Pelo menos 2.800 tiroteios foram registrados no Rio de Janeiro desde o início do ano Foto: Fábio Motta/ESTADÃO

“A ideia surgiu em dezembro de 2015. Vi uma reportagem sobre uma vítima de bala perdida em uma comunidade do Rio e pensei: por que não criar uma página, um meio de alertar a população carioca sobre onde acontecem os tiroteios?”, explicou Benito Quintanilha, petroleiro de 41 anos e criador do projeto.

 No início, Benito pedia a seus amigos de sua rede de contatos do Facebook que compartilhassem os alertas mas, ao ficar sobrecarregado, pediu ajuda a dois amigos, Marcos Vinicius e Denis Colli, um físico e um programador de 36 anos, aos quais depois se juntou Henrique Coelho Caamaño, de 50 anos.

“Nos reunimos e criamos um padrão, temos uma forma. Cada um tem uma função. Eu e Henrique somos o operacional, recebemos as mensagens. Marcos Vinicius se ocupa da parte administrativa e Denis é o TI, o suporte para qualquer problema que houver no aplicativo”, comentou Benito.

Os alertas, que foram ampliados para outras redes sociais como Twitter, Instagram e Telegram, chegam hoje, durante 24 horas, a cerca de 3 milhões de pessoas, quase a metade da população do Rio de Janeiro.

“Hoje temos grupos próprios de Whatsapp com mais de 11 mil pessoas. Constantemente chegam mensagens” para denunciar tiroteios, arrastões e qualquer tipo de incidências.

Para evitar falsos alarmes, o grupo tem normas rígidas de funcionamento e uma rede de ‘informantes’ de extrema confiança, divididos por áreas em toda a cidade.

Marcos Vinicius admite que, com o nível de violência no Rio de Janeiro, mal dá tempo para descansar do aplicativo: “Você trabalha com a cabeça em outro lugar”.

Henrique é o melhor exemplo do “vício” em administrar os alertas: dorme com os fones nos quais recebe durante o dia todo os áudios que relatam problemas.

“Você não consegue deixá-lo, fica ansioso em ajudar alguém, sabe que seu relato ajudará alguém. Sem que você se dê conta, a noite já passou, já amanheceu. É viciante e é difícil conciliar com a família e os amigos”, admitiu Henrique.

O aplicativo já se transformou em um serviço público, “um serviço dos cidadãos para os cidadãos”, diz Benito orgulhoso, consciente da dimensão que sua iniciativa tomou.

“O carioca está carente deste tipo de informações, os meios normais não as oferecem, esta é a verdade”, lamentou Henrique.

Marcos Vinicius lembra com satisfação a mensagem de pais agradecidos que os chamaram de “anjos da guarda” porque um dos seus alertas evitou que seus filhos entrassem no meio de um fogo cruzado.

Para os criadores do OTT, a violência do Rio de Janeiro é fruto “dos maus políticos” do país.

“Não é somente no Rio, é em todo o Brasil. É uma polícia mal paga, mal estruturada, há várias questões sociais, falta de investimentos, falta de cultura, não existe o debate sobre as drogas…”, comentou Benito.

O grupo, que diariamente envia um relatório com as estatísticas de tiroteios e assaltos através das redes sociais, afirma que os números por eles levantados “são apenas uma fração da realidade, pois só são lançados os incidentes confirmados”/EFE

http://brasil.estadao.com.br/noticias/rio-de-janeiro,rio-ganha-aplicativo-para-alertar-onde-ha-tiroteios-e-crimes,70001870833

 

sexta-feira, 30 junho 2017 / Published in Imprensa

La creó un grupo de ciudadanos, que alerta, durante las 24 horas, dónde hay enfrentamientos o asaltos. Ya lo usan casi 3 millones de personas.

 

Pocas ciudades en el mundo conviven con la triste rutina de sufrir decenas de tiroteos y asaltos diarios, dignos de cualquier película de acción de Hollywood, como es el caso de Río de Janeiro: al menos 2.800 tiroteos desde enero, es decir, una media superior a los 15 diarios.

Para ayudar a la población a reducir riesgos, un grupo de ciudadanos, de forma voluntaria, creó en las redes sociales la aplicación “Onde tem tiroteio” (Dónde hay tiroteo), conocida como OTT, en la que informan, casi instantáneamente, de los puntos donde se desarrollan los enfrentamientos o se registran asaltos.

“La idea surgió en diciembre de 2015. Vi un reportaje sobre una víctima de bala perdida en una comunidad de Río y pensé: ¿por qué no crear una página, un medio de alertar a la población carioca de dónde hay tiroteos?”, explica en una entrevista con Efe Benito Quintanilha, un petrolero de 41 años que fue el creador del proyecto.

Al principio, Benito avisaba a sus amigos a través de Facebook para que compartieran las alertas pero, desbordado, pidió ayuda a dos amigos, Marcos Vinicius y Denis Colli, un físico y un programador de 36 años a quienes luego se unió Henrique Coelho Caamaño, de 50 años.

“Nos reunimos y creamos un padrón, tenemos una forma. Cada uno tiene una función. Yo y Henrique somos el operacional, recibimos los mensajes. Marcos Vinicius se ocupa de la parte administrativa y Denis es el TI, el soporte para cualquier problema que haya en las aplicaciones”, detalla Benito.

Una app para protegerse de los tiroteos en Río de Janeiro

Conmoción. Un policía apunta con su fusil, mientras los habitantes de una favela de Río de Janeiro observan la escena, luego de un tiroteo, este miércoles. /REUTERS

Las alertas, que fueron ampliadas a otras redes sociales como Twitter, Instagram o Telegram, llegan hoy, durante las 24 horas, a unos tres millones de personas, casi la mitad de la población de Río de Janeiro.

“Hoy tenemos grupos propios de Whatsapp con más de 11.000 personas. Constantemente llegan mensajes” para denunciar tiroteos, asaltos o cualquier tipo de incidencias.

Para evitar falsas alarmas, el grupo tiene unas estrictas normas de funcionamiento y una red de “informantes” de máxima confianza, divididos por áreas en toda la ciudad.

Marcos Vinicius admite que el nivel de violencia en Río de Janeiro apenas da tiempo para descansar de la aplicación: “Trabajas con la cabeza en otro lugar”.

Henrique es el mejor ejemplo del “vicio” que crea administrar las alertas: duerme con el auricular que lleva puesto todo el día en el que recibe los audios que relatan problemas.

“No consigues dejarlo. Estás con la ansiedad de ayudar alguien, sabes que tu informe ayudará alguien. Sin que te des cuenta, ya se ha hecho de noche y sin que te des cuenta, ya ha amanecido. Es adictivo y es difícil conciliarlo con la familia o los amigos”, admite a Efe.

La aplicación se ha convertido ya en un servicio público, “un servicio de los ciudadanos para el ciudadano”, asegura orgulloso Benito, consciente de la dimensión que tomó la iniciativa.

“El carioca está carente de este tipo de informaciones, los medios normales no las dan, esta es la verdad”, lamenta Henrique.

Marcos Vinicius recuerda con satisfacción el mensaje de unos padres agradecidos que los bautizaron como “ángeles de la guarda” porque uno de sus avisos evitó que sus hijos cayeran en medio de un fuego cruzado.

Para los creadores de OTT, la violencia de Río de Janeiro es fruto “de los malos políticos” del país. “No es solamente en Río, es en todo Brasil. Es una policía mal pagada, mal estructurada, hay varias cuestiones sociales, falta de inversiones, falta de cultura, no existe el debate sobre las drogas…”, lamenta Benito.

El grupo, que diariamente envía a través de las redes sociales un informe con las estadísticas de tiroteos y asaltos, avisa que las cifras que publican “son una centésima parte de la realidad, solo lanzamos lo que confirmamos”.

Fuente: EFE

 

https://www.clarin.com/mundo/app-protegerse-tiroteos-rio-janeiro_0_S1W17FGVW.html

sexta-feira, 30 junho 2017 / Published in Imprensa

Pocas ciudades en el mundo conviven con la triste rutina de sufrir decenas de tiroteos y asaltos diarios, dignos de cualquier película de acción de Hollywood, como es el caso de Río de Janeiro: al menos 2.800 tiroteos desde enero, es decir, una media superior a los 15 diarios.

Para ayudar a la población a reducir riesgos, un grupo de ciudadanos, de forma voluntaria, creó en las redes sociales la aplicación “Onde tem tiroteio” (Dónde hay tiroteo), conocida como OTT, en la que informan, casi instantáneamente, de los puntos donde se desarrollan los enfrentamientos o se registran asaltos.

“La idea surgió en diciembre de 2015. Vi un reportaje sobre una víctima de bala perdida en una comunidad de Río y pensé: ¿por qué no crear una página, un medio de alertar a la población carioca de donde hay tiroteos?”, explica en una entrevista con Efe Benito Quintanilha, un petrolero de 41 años que fue el creador del proyecto.

Al principio, Benito avisaba a sus amigos a través de Facebook para que compartieran las alertas pero, desbordado, pidió ayuda a dos amigos, Marcos Vinicius y Denis Colli, un físico y un programador de 36 años a quienes luego se unió Henrique Coelho Caamaño, de 50 años.

“Nos reunimos y creamos un padrón, tenemos una forma. Cada uno tiene una función. Yo y Henrique somos el operacional, recibimos los mensajes. Marcos Vinicius se ocupa de la parte administrativa y Denis es el TI, el soporte para cualquier problema que haya en las aplicaciones”, comenta Benito.

Las alertas, que fueron ampliadas a otras redes sociales como Twitter, Instagram o Telegram, llegan hoy, durante las 24 horas, a unos tres millones de personas, casi la mitad de la población de Río de Janeiro.

“Hoy tenemos grupos propios de Whatsapp con más de 11.000 personas. Constantemente llegan mensajes” para denunciar tiroteos, asaltos o cualquier tipo de incidencias.

Para evitar falsas alarmas, el grupo tiene unas estrictas normas de funcionamiento y una red de ‘informantes’ de máxima confianza, divididos por áreas en toda la ciudad.

Marcos Vinicius admite que el nivel de violencia en Río de Janeiro apenas da tiempo para descansar de la aplicación: “Trabajas con la cabeza en otro lugar”.

Henrique es el mejor ejemplo del “vicio” que crea administrar las alertas: duerme con el auricular que lleva puesto todo el día en el que recibe los audios que relatan problemas.

“No consigues dejarlo. Estás con la ansiedad de ayudar alguien, sabes que tu informe ayudará alguien. Sin que te des cuenta, ya se ha hecho de noche y sin que te des cuenta, ya ha amanecido. Es adictivo y es difícil conciliarlo con la familia o los amigos”, admite a Efe.

La aplicación se ha convertido ya en un servicio público, “un servicio de los ciudadanos para el ciudadano”, asegura orgulloso Benito, consciente de la dimensión que tomó la iniciativa.

“El carioca está carente de este tipo de informaciones, los medios normales no las dan, esta es la verdad”, lamenta Henrique.

Marcos Vinicius recuerda con satisfacción el mensaje de unos padres agradecidos que les bautizaron como “ángeles de la guarda” porque uno de sus avisos evitó que sus hijos cayeran en medio de un fuego cruzado.

Para los creadores de OTT, la violencia de Río de Janeiro es fruto “de los malos políticos” del país.

“No es solamente en Río, es en todo Brasil. Es una policía mal pagada, mal estructurada, hay varias cuestiones sociales, falta de inversiones, falta de cultura, no existe el debate sobre las drogas…”, lamenta Benito.

El grupo, que diariamente envía a través de las redes sociales un informe con las estadísticas de tiroteos y asaltos, avisa que las cifras que publican “son una centésima parte de la realidad, solo lanzamos lo que confirmamos”.

https://www.terra.cl/noticias/mundo/latinoamerica/ott-la-aplicacion-que-alerta-contra-los-tiroteos-en-rio-de-janeiro,71e0b4a621cfea928b1e3341c2ed1c62sy1d3ncl.html

TOP